Apocalipse 16 - Moisés Negro (Black Moses) Lyrics
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    Moisés Negro (Black Moses)

    [Intro]
    Luo, Moisés Negro
    D'Alma, do Moisés Negro
    APC, Moisés Negro
    De Castro, Moisés Nigro

    [Verso 1: Pregador Luo]
    Eu vim do gueto, um cristão preto e sei como é que é lá
    Mas tu me viu ali e me chamou pra caminhar
    Abriu meus olhos e me fez enxergar
    Tudo que o deus desse século tentou ocultar

    Desculpe, desculpe, mas nossa banana vale mais do que Dolce e Gabbana
    Prefiro dar um rolê pelas ruas de Havana
    Do que conhecer a estátua da falsa liberdade americana
    Queria saber como é nadar em água queniana
    Saborear a culinária de Gana
    Saber se é deliciosa como a nossa baiana
    O que me acende e me inflama é a herança africana

    [Refrão]
    A nova África (África)
    É o novo canto (a nova pátria)
    E ela está depois do Mar Vermelho (wow)
    Que vai abrir (aham)
    E vamos migrar (o novo lar)
    Mas Faraó
    E seus falsos profetas vão se afogar

    Ó meus manos (ó meus manos)
    Não errem por mais quarenta anos
    O deserto não é nosso lugar (ó não)
    Olhem
    Vejam no céu (a estrela que nos guia e vamos)
    Rumo ao novo tempo, o novo hip-hop

    [Verso 2: Pregador Luo]
    O tambor batendo forte, bota fogo, faz arder em chamas
    Ninguém fica parado na batida africana
    Esse negão aqui é compatriota de Zumbi, o grande ancestral amado
    Vou mais longe do que aquele que rasteja, pois sou marginal alado
    Morro livre, mas não vivo escravo
    Amo o rap, mas não sou teleguiado
    Sigo o plano do bom Deus e não o do Diabo

    Que vem representado na rima dos patrícios do outro lado
    E também de alguns daqui, que só querem
    Whisky, Champagne, joia e carro Mitsubishi
    Tá tudo errado, hip-hop junta e não desune os chegados

    Também jogo PlayStation
    Mas meus mandamentos sim se parecem com os da Zulu Nation
    Playboy é playboy, marginal é marginal
    Loira não é burra, mulher não é cachorra
    Cor é detalhe, mas caráter é fundamental

    [Refrão]
    A nova África (África)
    É o novo canto (a nova pátria)
    E ela está depois do Mar Vermelho (wow)
    Que vai abrir (aham)
    E vamos migrar (o novo lar)
    Mas Faraó
    E seus falsos profetas vão se afogar

    Ó meus manos (ó meus manos)
    Não errem por mais quarenta anos
    O deserto não é nosso lugar (ó não)
    Olhem
    Vejam no céu (a estrela que nos guia e vamos)
    Rumo ao novo tempo, o novo hip-hop

    Ó meus manos (ó meus manos)
    Não errem por mais quarenta anos
    O deserto não é nosso lugar (ó não)
    Olhem
    Vejam no céu (a estrela que nos guia e vamos)
    Rumo ao novo tempo (ie, ie)

    [Verso 3: Pregador Luo]
    O Egito foi a nossa terra de pranto e de dor (pranto e dor)
    A falta de exemplos fez nosso povo vagar no deserto em círculos
    Abandonar os vícios em prol da vitalidade (aham)
    Traz prosperidade (aham)
    A nova ordem do hip-hop guiará homens e mulheres
    Para uma nova terra (aleluia)
    Uma terra em que mana leite e mel (aleluia)
    A nova ordem do hip-hop propõe novos conceitos (wow)
    Pois os guerreiros do futuro viverão os novos tempos (wow)
    O novo tempo

    Voltei pra falar pra favela o que já falei
    Outros te esqueceram, mas não esqueci de vocês
    Voltei pra falar pra favela o que já falei
    Outros te esqueceram, mas não esqueci de vocês

    Black Moses
    Pregador Luo, Apocalipse 16
    Com colaboração especial de Júlio de Castro
    Júlio de Castro
    Pregador Luo, Pregador Luo
    Black Moses, Black Moses
    D'Alma, D'Alma, D'Alma
    Fique, fique, fique firme, fique firme...

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